https://youtu.be/h4Wn2i-SxmI
domingo, 25 de junho de 2023
segunda-feira, 19 de junho de 2023
Ausência de dominância:
herança, o fenótipo do indivíduo heterozigoto é idêntico ao do indivíduo homozigoto dominante.
Porém, em alguns casos, é possível ocorrer a dominância incompleta, onde nenhum dos alelos domina completamente o outro. Nesse caso, o fenótipo do indivíduo heterozigoto é intermediário entre os indivíduos homozigotos dominante e recessivo.
Um exemplo de dominância incompleta é a flor de cor vermelha (homozigoto dominante) e a flor de cor branca (homozigoto recessivo). Quando esses alelos são cruzados (heterozigoto), o resultado é uma flor de cor rosa, que apresenta uma mistura dos pigmentos vermelho e branco.
Outro exemplo é a cor dos cabelos em humanos. Se um indivíduo tiver um alelo para cabelos loiros (homozigoto dominante) e o outro para cabelos castanhos (homozigoto recessivo), o resultado será uma mistura de cabelos castanhos e loiros - cabelos castanhos claros ou cabelos loiros escuros.
A dominância incompleta é um importante conceito na genética, pois influencia a maneira como certas características são transmitidas e pode ter implicações nas doenças genéticas.
responsável pelos pigmentos de cor é codificada por dois alelos diferentes, um para a produção do pigmento vermelho (R) e outro para a produção do pigmento branco (r). Quando um indivíduo é homozigoto dominante (RR), produz apenas o pigmento vermelho e suas flores são vermelhas. Quando é homozigoto recessivo (rr), não produz nenhum pigmento e suas flores são brancas. Mas, quando é heterozigoto (Rr), produz tanto o pigmento vermelho quanto o branco, resultando em flores rosas.
Esse é um exemplo de expressão de um fenótipo intermediário devido à dominância incompleta. Nesse caso, nenhum dos alelos é completamente dominante sobre o outro, resultando em uma mistura dos fenótipos homozygous. Essa mistura de alelos é responsável pela expressão de características intermediárias.
A dominância incompleta é importante para entender como as características são transmitidas de geração a geração e como a variação genética é mantida em uma população. A compreensão desse processo pode ajudar a prever a probabilidade de ocorrência de certas características e doenças genéticas em uma população.
MEMBRANA PLASMÁTICA: ESTRUTURA.
A estrutura da membrana plasmática:
- A membrana plasmática é uma estrutura que rodeia a célula e a separa do ambiente externo.
- É composta por uma dupla camada de fosfolipídios, que formam uma barreira hidrofóbica e mantêm o interior da célula separado do ambiente externo.
- As moléculas de fosfolipídios na membrana possuem uma cabeça polar hidrofílica e uma cauda apolar hidrofóbica, que se orientam de forma a manter as cabeças em contato com a água e as caudas afastadas dela.
- Proteínas estão incorporadas na camada de fosfolipídios da membrana e desempenham diversas funções, como transporte e recepção de moléculas.
- Além disso, a membrana também contém carboidratos ligados a lipídios (glicolipídeos) e proteínas (glicoproteínas), que desempenham um papel importante na identificação celular e na comunicação celular.
- A membrana plasmática também pode conter colesterol, que ajuda a manter a fluidez da membrana e protege contra danos causados por moléculas hidrofóbicas.
- A permeabilidade seletiva da membrana plasmática é garantida pela presença de canais de proteínas, transportadores e bombas que permitem a entrada ou saída seletiva de moléculas através da membrana.
SEGUNDA LEI DE MENDEL:
Segunda Lei de Mendel
A Segunda Lei de Mendel é também chamada de Lei da Segregação independente ou Diibridismo e diz que uma característica não está relacionada com outra. Veja o enunciado:
Características diferentes são herdadas independentemente das diferenças em outras características observadas.
Para chegar a essa conclusão, Mendel observou como se daria a transmissão de mais de uma característica ao mesmo tempo, e para isso cruzou sementes amarelas e lisas, e sementes verdes e rugosas, ambas de plantas puras.
As sementes amarelas e lisas tinham traços dominantes (VVRR) e as sementes verdes rugosas tinha traços recessivos (vvrr). Como resultado da primeira fecundação, todas as novas sementes eram amarelas e lisas.
Em seguida, com as sementes híbridas de F1 (VvRr), Mendel realizou a autofecundação e como resultado obteve diferentes características, ou fenótipos.
RADIAÇÃO E CONTAMINAÇÃO CELULAR:
Formas de tipos de irradiação:
- A correlação entre a exposição à radiação ionizante e os efeitos biológicos
induzidos no homem foi estabelecida, inicialmente, pela observação de efeitos danosos
em pessoas nas primeiras exposições com raios X, e em exposições com radionuclídeos
sofridas pelos pioneiros das descobertas sobre radioatividade.
- Entretanto, para o seu detalhamento, foi necessária a adoção de modelos de
exposição e hipóteses baseadas em extrapolações, uma vez que dependia claramente, da
quantidade, forma e período de exposição, bem como de expectativas de concretização
dos efeitos, em termos de sua observação, no tempo. Isto porque os dados experimentais
disponíveis eram relacionados a exposições com doses elevadas, a acidentes
radiológicos, às observações nas vítimas de Hiroshima e Nagasaki ou a experiências
com cobaias.
1 -EXPOSIÇÃO ÚNICA, FRACIONÁRIA OU PERIÓDICA:
- Exposição do homem à radiação pode ter diferentes resultados
- Resultados podem variar dependendo da exposição única, fracionada ou periódica
- Exposição única ocorre em exames radiológicos como tomografia
- Exposição fracionada ocorre em tratamento radioterápico
- Exposição periódica ocorre em rotinas de trabalho com material radioativo em instalações nucleares
- Efeitos biológicos podem ser muito diferentes para mesma quantidade de radiação
- Dose aplicada em uma única vez pode ser letal
- Exposição contínua ou periódica produz efeitos difíceis de identificação
- Dose acumulada em 50 anos concentrada em uma única vez pode ter efeitos mais facilmente identificáveis.
- No tratamento radioterápico, a exposição do tumor a feixes colimados de radiação é feita com muita precisão e exatidão.
3. EXPOSIÇÃO A FEIXES INTENSOS, MÉDIOS E FRACOS:
5. DANOS CELULARES:
Dos danos celulares, os mais importantes são os relacionados à molécula do
DNA. As lesões podem ser quebras simples e duplas da molécula, ligações cruzadas
(entre DNA-DNA, entre DNA-proteínas), alterações nos açúcares ou em bases
(substituições ou deleções).
Alguns tipos de alterações no cromossoma que podem ser induzidos por radiação ionizante.
6. MUTAÇÕES:
As mutações, nas células somáticas (do corpo) ou germinativas (das gônadas)
podem ser classificadas em 3 grupos:
a. Mutações pontuais (alterações na sequência de bases do DNA);
b. Aberrações cromossomiais estruturais (quebra nos cromossomos);
c. Aberrações cromossomiais numéricas (aumento ou diminuição no número
de cromossomos).
7. MORTE CELULAR:
Quando a dose de radiação é elevada (vários Gy), muitas células de tecido atingidas podem não suportar as transformações e morrem, após tentativas de se dividir. O aumento da taxa de perda pode às vezes ser compensado com o aumento da taxa de reposição. Neste caso, haverá um período de transição, onde a função do tecido ou órgão foi parcialmente comprometida e posteriormente reposta. A perda de células em quantidade considerável, pode causar prejuízos detectáveis no funcionamento do tecido ou órgão. A severidade do dano caracteriza o denominado efeito determinístico, uma vez que o limiar de dose que as células do tecido suportam, foi ultrapassado. As células mais radiosensíveis são as integrantes do ovário, dos testículos, da medula óssea e do cristalino
ref: https://inis.iaea.org/collection/NCLCollectionStore/_Public/45/073/45073469.pdf
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS - PROBABILIDADE EM GENÉTICA.
1- Uma planta de ervilha é heterozigota para três genes (Hh Ll Aa), onde H = planta alta, h
= planta anã, L = semente lisa, l = semente rugosa, A = semente amarela e a = semente
verde. Se esta planta é fertilizada, quais os fenótipos da descendência e quais serão as
devidas proporções dos diferentes fenótipos?
RESPOSTA: - Poderíamos responder esta pergunta montando um grande quadro de Punnett. Mas neste
caso existem oito possíveis gametas para o cruzamento: HLA, HLa, HlA, hLA, hlA, Hla,
hLa e hla. Encher este quadro torna-se uma tarefa no mínimo trabalhosa. Como alternativa
podemos considerar cada gene por separado e então depois combina-los algebricamente da
seguinte maneira.
2- A doença humana fibrose cística é herdada como um traço recessivo. Um casal normal tem um primeiro filho com a doença. Qual a probabilidade dos dois seguintes filhos não terem a doença?
RESPOSTA: - Um casal fenotipicamente normal teve um filho com fibrose cística. Como esta doença é
um traço de genes recessivos então os pais passam os genes recessivos para o filho(a). Para
que isto ocorra os dois pais deverão ser obrigatoriamente heterozigotos para o gene da
doença.. Com esta informação em mente podemos traçar o quadro de Punnett para o
problema.
A probabilidade de um segundo filho não ser afetado é de: P (filho sadio) = 3 / (3 + 1) = ¾ Para obter a probabilidade de ter dois filhos em série (isto é numa ordem determinada) devemos aplicar a regra do produto. Assim, ¾ x ¾ = 9/16 = 0,56 = 56% Portanto existe uma chance de 9/16 ou de 56% dois filhos seguintes não serem afetados pela fibrose cística.
ref: https://uenf.br/cbb/lbt/files/2014/09/Exerc%C3%ADcios-resolvidos-Mendeliana-atualizado-em-02-Out-13.pdf
Probabilidade em genética:
A probabilidade está em tudo que envolva resultados possíveis e resultados favoráveis.
Os jogos de azar, como o dado, as cartas e as loterias, necessitam dos cálculos probabilísticos na determinação das chances de um jogador ganhar ou perder.
A genética também utilidade das teorias da probabilidade.
Vamos supor que um indivíduo heterozigoto para determinada característica (Aa) forma dois tipos de espermatozoides, A e a. Caso uma mulher também seja heterozigota, formará óvulos A e a.
A fecundação ocorrerá ao acaso, pois não sabemos qual espermatozoide, A ou a será responsável pela concepção ou qual célula feminina será fecundada A ou a.
PAIS: Aa X Aa
GAMETA: A a A a
GERAÇÃO: AA Aa Aa aa
Veja o quadro das probabilidades:
A= 1/2 a=1/2
A=1/ AA=1/4 = 25% Aa= 1/4 = 25%
a=1/2 Aa= 1/4 = 25% aa = 1/4 = 25%
Fundamentos da genética:
Probabilidade Empírica:
Exemplo:
Probabilidade Teórica:
É calculada com base em informações sobre as regras e circunstâncias que produzem o evento. Esse tipo de probabilidade reflete o número de vezes que espera-se que um evento ocorra em relação ao número de vezes que ele poderia ocorrer.
A regra do produto:
Uma regra de probabilidade que é muito útil na genética é a regra do produto, a qual afirma que a probabilidade de dois (ou mais) eventos independentes ocorrerem juntos pode ser calculada multiplicando-se as probabilidades individuais dos eventos.
Em alguns problemas genéticos, você pode precisar calcular a probabilidade de que qualquer um de vários eventos ocorra. Nesse caso, você precisará usar outra regra de probabilidade: a regra da soma. Segundo a regra da soma, a probabilidade de que qualquer um de vários eventos mutuamente excludentes ocorra é igual a soma das probabilidades individuais dos eventos.
A regra do produto e a regra da adição
| Regra do produto | Regra da soma |
|---|---|
| Para eventos independentes X e Y, a probabilidade (PP) de ambos ocorrerem (X e Y) é P(X)⋅P(Y)P, left parenthesis, X, right parenthesis, dot, P, left parenthesis, Y, right parenthesis. | Para eventos mutuamente excludentes X e Y, a probabilidade (PP) de um ocorrer (X ou Y) é P(X)+P(Y)P, left parenthesis, X, right parenthesis, plus, P, left parenthesis, Y, right parenthesis. |
REF: https://pt.khanacademy.org/science/ap-biology/heredity/mendelian-genetics-ap/a/probabilities-in-genetics
domingo, 18 de junho de 2023
Vídeo TIKTOK - Primeira lei de Mendel.
link do vídeo: https://www.tiktok.com/@drheytorneco/video/7028619324986379526?is_from_webapp=1&sender_device=pc&web_id=7129939342521337349
Primeira lei de Mendel.
Mendel é conhecido como o fundador da genética graças ao seu grande interesse pela transmissão de características de pais para filhos.
No primeiro experimento de Mendel ele usou plantas de linhagem pura. Com isso, ele foi capaz de garantir a organização de quais eram as plantas puras e quais estavam recebendo características cruzadas.
O experimento durava em média, 2 anos.
Com esses experimentos foi conhecida a lei de segregação dos fatores.
Essa lei determina que as características sempre são condicionadas por dois fatores, que são separados quando ocorre a formação de gametas.
Essa segregação ocorre devido a localização dos genes nos cromossomos, e também, pelo comportamento dos cromossomos.
A primeira etapa do experimento se deu através de seis gerações vindas de auto-fecundação.
Dalí em diante, Mendel cruzou uma amostra de planta pura, homozigota, de sementes amarelas e possuidoras de genótipo YY, com uma amostra de planta de sementes verdes, possuidoras de genótipo yy.
O resultado desse cruzamento foi uma geração de F1 de indivíduos de sementes amarelas que foram apelidadas de HÍBRIDOS com genótipo Yy. Chamamos hoje de heterozigotos.
Depois de obter as amostras da geração F1, Mendel realizou a autofecundação delas. Dalí foi obtida uma nova geração F2, na proporção de 3 ervilhas amarelas para cada ervilha verde.
Curioso notar que, na geração F1, Mendel não conseguiu amostras de ervilhas verdes, apenas na geração F2. Por causa dessa mudança entre as gerações, Mendel concluiu que as ervilhas verdes possuíam um fator recessivo, enquanto que as amarelas possuíam um fator dominante. Dessa forma Mendel nomeou as sementes verdes de recessivas e as sementes amarelas de dominantes.
- Existe, em cada organismo, um par de genes responsável por determinar uma característica;
- Os indivíduos parentais, ou seja, pai e mãe, são capazes de enviar apenas um gene de cada par;
- Quando ocorre a dominância de um fator sobre outro fator, apenas uma das características se manifestará, no caso, sempre a dominante;
- Todos os genes são transmitidos através dos gametas dos indivíduos parentais, pai e mãe
sexta-feira, 16 de junho de 2023
Organelas citoplasmáticas e suas funções.
As organelas são estruturas encontradas no citoplasma. A sua função é garantir um bom funcionamento das células tais como a digestão, quebra de moléculas, sintetização e transporte de proteínas, entre outros.
CITOSOL:
- Armazena substâncias que são usadas pelas células.
- Ele é um líquido gelatinoso, mas também pode possuir consistência mais fluída ou viscosa.
- Rico em água, proteínas dissolvidas, eletrólitos, glicose, compostos lipídicos e substâncias que irão comportar as organelas celulares e o citoesqueleto.
ORGANELAS CELULARES - célula animal.
As organelas das células eucariontes estão classificadas em: retículos endoplasmáticos liso e rugoso, aparelho ou complexo de golgi, mitocôndrias, lisossomos, peroxissomos, núcleo e centríolos.
RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO RUGOSO:
- Recebe esse nome devido por causa da sua estrutura rugosa e a presença de vários grânulos (ribossomos) .
- Possui formato achatado.
- Faz a sintetização de proteínas e as transporta para outros lugares da célula.
RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO LISO: - Sintetiza lipídeos, promovendo a desintoxicação da célula. - Desempenha o metabolismo celular.
- E quebra o álcool no corpo de quem consome bebida alcoólica.
COMPLEXO DE GOLGI: - Armazena, modifica e exporta as proteínas.
- Sintetiza carboidratos do tipo polissacarídeos. - Se esse processo não acontecer, essa proteínas se tornam inativas. - São responsáveis por produzirem o acrossomo (a cabeça do espermatozoide) LISOSSOMOS: - Contém substâncias digestivas.
- Digere moléculas orgânicas.
PEROXISSOMOS: - São responsáveis pela catalisação do peróxido de hidrogênio. - Produzem uma enzima chamada de catalase, capaz de destruir essa substância.
MITOCÔNDRIA:
- Possui o próprio DNA e o próprio ribossomos.
- Elas realizam a respiração celular e produzem grande parte de energia essenciais para manter o funcionamento das células.
CENTRÍOLOS: - Ajudam os cromossomos a se separarem na hora da divisão celular.
- Ajudam na locomoção de algumas células.
ORGANELAS CELULARES - célula vegetal.
CITOESQUELETO:
Os ribossomos são pequenas estruturas em forma de grânulo. São encontradas tanto em indivíduos eucariontes quanto procariontes .
A sua presença é muito importante, uma vez que ela atua no controle e regeneração das células.
quinta-feira, 15 de junho de 2023
BASES NITROGENADAS:
As bases nitrogenadas fazem parte da composição do DNA e RNA, são os ácidos nucléicos encontrados nas células vivas dos órgãos. Elas, juntas com açúcar e algum ácido fosfórico, formam o RNA e DNA, encontrados em todos os seres vivos.
CLASSIFICAÇÕES:
BASES PÚRICAS: adenina e guanina - derivam da purina e possuem dois anéis (um hexagonal e um pentagonal) de carbono e nitrogênio.
BASES PIRIMÍDICAS: citosina, timina e uracila - derivam da pirimidina, são menores que as púricas e formadas por um anel (hexagonal) de carbono e nitrogênio.
A adenina, citosina e guanina são encontradas no DNA e RNA.
A Timina é encontrada apenas ao DNA.
A uracila é encontrada apenas no RNA.
BASES NITROGENADAS DO DNA:
O DNA é um conjunto de nucleotídeos. Cada nucleotídeo apresenta um grupo fosfato, um açúcar de cinco carbonos (pentose). FORMADO POR: A, C, G e T.
James Watson e Fracis Crick apresentaram um modelo conhecido como dupla hélice para a estrutura do DNA. Segundo eles, uma base púrica se juntava a uma base pirimídica e as bases se apresentavam lado a lado, da seguinte forma: A - T
C - G.
Era representado por duas pontes de fita unidas por bases nitrogenadas através de pontes de hélio.
As fitas estariam girando em sentido de espiral e se combinariam. Assim, se uma fita apresentar a sequência AATGCTCC, a outra apresentará essa sequência: TTACGAGG.
Isso acontece porque as quantidades de adenina e timina são as mesmas, tal como a guanina e a citosina. Daí decorre que se sabemos a quantidade de um dos pares, conhecemos a quantidade do outro par também.
As bases pirimídicas apresentam um anel, enquanto as bases púricas apresentam dois anéis.
BASE NITROGENADA DO RNA:
O RNA é composto pelas seguintes bases:
Adenina (A) e guanina (G), que são bases púricas.
Citosina (C) e uracila (U), que são bases pirimídicas.
Repare que a composição é semelhante a do DNA. A diferença é que no lugar da timina, no RNA tem-se a uracila.
A adenina se emparelha com a uracila: A - U. A citosina, por sua vez, se emparelha com a guanina: C - G. Mas, ao contrário do DNA, o RNA é apresentado em apenas uma fita.
Referências: https://www.todamateria.com.br/bases-nitrogenadas/
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/quimica/bases-nitrogenadas
Seminário
https://youtu.be/d-QFNpFeCJw?si=hZOTTVATWKmPCP2B
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