quarta-feira, 10 de abril de 2024

Geração espontânea.

 


A teoria da geração espontânea, também conhecida como abiogênese, era uma antiga ideia de que seres vivos podiam surgir diretamente de matéria não viva. Essa teoria foi amplamente aceita por muitos séculos, até que experimentos realizados no século XIX, principalmente por Louis Pasteur, demonstraram que a vida só pode surgir de outras formas de vida, refutando assim a ideia da geração espontânea.

Antes dos experimentos de Pasteur e outros cientistas, acreditava-se que organismos simples, como vermes, moscas e ratos, podiam surgir naturalmente de matéria orgânica em decomposição, como carne podre ou grãos. Acreditava-se que esses organismos eram gerados espontaneamente a partir da matéria inanimada, sem a necessidade de progenitores vivos.

No entanto, os experimentos de Pasteur, que envolveram a utilização de frascos com gargalos curvos que impediam a passagem de microorganismos do ar, demonstraram que a vida só surgia nos frascos quando os mesmos eram expostos ao ar, que permitia a entrada de microorganismos. Quando os frascos permaneciam fechados, nenhum organismo vivo surgia, independentemente do tipo de matéria orgânica utilizada.

Esses experimentos refutaram a ideia da geração espontânea e estabeleceram a biogênese, que é a ideia de que toda vida vem de outras formas de vida preexistentes. Desde então, a biogênese tornou-se um dos princípios fundamentais da biologia moderna e a geração espontânea foi descartada como uma explicação para a origem da vida.

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