segunda-feira, 10 de abril de 2023
Gregor Mendel.
Gregor Mendel foi um biólogo, botânico e monge que desenvolveu as bases da genética moderna. Os seus estudos o levaram a ser conhecido como o “pai da genética”.
Gregor Mendel nasceu em 20 de julho de 1822, na região da atual Áustria. Ele morreu em 6 de janeiro de 1884, por conta de uma doença renal.
Mendel era filho único de um casal de camponeses de origem humilde. Devido o contato com a natureza, ainda criança, sempre observava e tinha curiosidades sobre as características das plantas.
Após concluir o ensino básico, com excelente desempenho, seu professor o incentivou a seguir os estudos superiores. Como sua família não tinha recursos financeiros, aos 21 anos, Mendel entrou para o Mosteiro da Ordem de Santo Agostinho.
Mendel foi registrado com o nome de Johann Mendel e no mosteiro adotou o nome Gregor.
O interesse pelas plantas estendeu-se à sua nova vida, Mendel era o responsável pelo jardim do mosteiro. Era uma forma de conciliar a sua vida religiosa com a vocação pela ciência.
Em 1851, seu superior o encaminhou à Universidade de Viena, onde se dedicou ao estudo de biologia, matemática e química. Após três anos de estudos, voltou ao mosteiro e passou a ser professor de ciências naturais e desenvolver os seus experimentos.
Mendel realizava o cruzamento entre diversas plantas e observava o comportamento de determinadas características.
Os resultados de seus experimentos e observações foram publicados em 1866, com o título “Experimentos com Plantas Híbridas”. Neste trabalho, Mendel apresenta as bases da transmissão hereditária e as suas conhecidas leis.
Algumas referências citam que Mendel elaborou e distribuiu quarenta cópias de seu estudo. Uma das cópias foi encontrada ainda selada no escritório de Charles Darwin.
Mendel morreu sem o reconhecimento de seus estudos, o que aconteceu somente no início do século XX. Os seus estudos foram fundamentais para a compreensão dos mecanismos de hereditariedade.
Sistema reprodutor masculino.
O Sistema Reprodutor Masculino é formado por órgãos internos e externos.
Eles passam por um lento amadurecimento concluindo-se na puberdade, ou seja, quando as células sexuais ficam disponíveis para originar outro ser.
Anatomia do Sistema Reprodutor Masculino:
Os órgãos que compõem o sistema reprodutor masculino são: uretra, pênis, vesícula seminal, próstata, canais deferentes, epidídimo e testículos.
Testículos:
Os testículos são duas glândulas em formato oval, que estão situadas na bolsa escrotal. Na estrutura de cada testículo encontram-se tubos finos e enovelados chamados "tubos seminíferos".
Nos testículos são produzidos os espermatozoides (células reprodutoras masculinas) e alguns hormônios.
O processo de formação dos espermatozoides é denominado de espermatogênese.
O principal hormônio é a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como os pelos, modificações da voz, etc.
Testículos:
Os testículos são duas glândulas em formato oval, que estão situadas na bolsa escrotal. Na estrutura de cada testículo encontram-se tubos finos e enovelados chamados "tubos seminíferos".
Nos testículos são produzidos os espermatozoides (células reprodutoras masculinas) e alguns hormônios.
O processo de formação dos espermatozoides é denominado de espermatogênese.
O principal hormônio é a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como os pelos, modificações da voz, etc.
Epidídimos:
Os epidídimos são canais alongados que se enrolam e recobrem posteriormente a superfície de cada testículo. Corresponde ao local onde os espermatozoides são armazenados, após serem produzidos.
Canal Deferente:

O canal deferente é um tubo fino e longo que sai de cada epidídimo. Ele passa pelas pregas ínguas (virilha) através dos canais inguinais, segue sua trajetória pela cavidade abdominal, circunda a base da bexiga e alarga-se formando uma ampola.
Recebe o líquido seminal originado da vesícula seminal. Estes canais atravessam a próstata, para receber o líquido prostático, e desemborcam na uretra.
O conjunto dos espermatozoides, do líquido seminal e do líquido prostático, constitui o “esperma” ou “sêmen”.
A vesícula seminal é formada por duas pequenas bolsas localizadas atrás da bexiga. Sua função é produzir o "líquido seminal".
Trata-se de uma secreção espessa e leitosa, que neutraliza a ação da urina, protege e auxilia os espermatozoides no caminho para a uretra.
O líquido seminal neutraliza a acidez da vagina durante a relação sexual, evitando que os espermatozoides morram no caminho até os óvulos.
Próstata:
Uretra:
A uretra é um canal que, nos homens, serve ao sistema urinário e ao sistema reprodutor. Começa na bexiga, atravessa a próstata e o pênis (sua maior porção) até a ponta da glande, onde há uma abertura. Por esta abertura que são liberados o sêmen e a urina.
É importante destacar que a urina e o esperma não são liberados juntos. Isso porque existe uma musculatura na bexiga, onde começa a uretra, que impede o processo.
O Sistema Reprodutor Masculino é formado por órgãos internos e externos.
Eles passam por um lento amadurecimento concluindo-se na puberdade, ou seja, quando as células sexuais ficam disponíveis para originar outro ser.
Anatomia do Sistema Reprodutor Masculino

Os órgãos que compõem o sistema reprodutor masculino são: uretra, pênis, vesícula seminal, próstata, canais deferentes, epidídimo e testículos.
Conheça abaixo mais sobre cada um desses órgãos.
Testículos

Os testículos são duas glândulas em formato oval, que estão situadas na bolsa escrotal. Na estrutura de cada testículo encontram-se tubos finos e enovelados chamados "tubos seminíferos".
Nos testículos são produzidos os espermatozoides (células reprodutoras masculinas) e alguns hormônios.
O processo de formação dos espermatozoides é denominado de espermatogênese.
O principal hormônio é a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como os pelos, modificações da voz, etc.
Epidídimos

Os epidídimos são canais alongados que se enrolam e recobrem posteriormente a superfície de cada testículo. Corresponde ao local onde os espermatozoides são armazenados, após serem produzidos.
Canal Deferente

O canal deferente é um tubo fino e longo que sai de cada epidídimo. Ele passa pelas pregas ínguas (virilha) através dos canais inguinais, segue sua trajetória pela cavidade abdominal, circunda a base da bexiga e alarga-se formando uma ampola.
Recebe o líquido seminal originado da vesícula seminal. Estes canais atravessam a próstata, para receber o líquido prostático, e desemborcam na uretra.
O conjunto dos espermatozoides, do líquido seminal e do líquido prostático, constitui o “esperma” ou “sêmen”.
Vesícula Seminal

A vesícula seminal é formada por duas pequenas bolsas localizadas atrás da bexiga. Sua função é produzir o "líquido seminal".
Trata-se de uma secreção espessa e leitosa, que neutraliza a ação da urina, protege e auxilia os espermatozoides no caminho para a uretra.
O líquido seminal neutraliza a acidez da vagina durante a relação sexual, evitando que os espermatozoides morram no caminho até os óvulos.
Próstata

A próstata é uma glândula localizada abaixo da bexiga que produz o "líquido prostático", uma secreção clara e fluida que compõe o esperma.
Uretra

A uretra é um canal que, nos homens, serve ao sistema urinário e ao sistema reprodutor. Começa na bexiga, atravessa a próstata e o pênis (sua maior porção) até a ponta da glande, onde há uma abertura. Por esta abertura que são liberados o sêmen e a urina.
É importante destacar que a urina e o esperma não são liberados juntos. Isso porque existe uma musculatura na bexiga, onde começa a uretra, que impede o processo
Pênis:
O pênis é um órgão cilíndrico externo, que possui dois tipos de tecidos: cavernoso e esponjoso. Através do pênis são eliminados a urina (função excretora) e o sêmen (função reprodutora).
O tecido esponjoso envolve e protege a uretra, enquanto o tecido cavernoso, ao se encher de sangue, faz o pênis ficar ereto (rígido). Dessa forma acontece o ato sexual e, após estímulos, acontece a ejaculação.
A ereção, no entanto, não ocorre apenas como preparação para uma atividade sexual. Ela pode acontecer por diversos estímulos fisiológicos, por exemplo, quando a bexiga está cheia ou quando o homem tem um sonho à noite.
Sistema reprodutor feminino.
O Sistema Reprodutor Feminino ou Aparelho Reprodutor Feminino é o sistema responsável pela reprodução humana.
Ele cumpre diversos papéis importantes:
- produz os gametas femininos (óvulos);
- fornece um local apropriado para a ocorrência da fecundação;
- permite a implantação de embrião;
- oferece ao embrião condições para seu desenvolvimento;
- executa atividade motora suficiente para expelir o novo ser quando ele completa sua formação.
Anatomia do Sistema Reprodutor Feminino:
O sistema reprodutor feminino é formado pelos seguintes órgãos: ovários, tubas uterinas, útero e vagina.
Ovário:
Os ovários são dois órgãos de forma oval que medem de 3 a 4 cm de comprimento. Eles são responsáveis pela produção dos hormônios sexuais da mulher, o progesterona e o estrogênio. Nos ovários também são armazenadas as células sexuais femininas, os óvulos.
Assim, durante a fase fértil da mulher, aproximadamente uma vez por mês, um dos ovários lança um óvulo na tuba uterina: é a chamada ovulação.
Tubas uterinas:
Tubas uterinas são dois tubos, com aproximadamente 10 cm de comprimento, que unem os ovários ao útero. A partir disso, o óvulo amadurecido sai do ovário e penetra na tuba.
Se o óvulo for fecundado por um espermatozoide, forma-se uma célula-ovo ou zigoto, que se encaminha para o útero, local onde se fixa e desenvolve, originando um novo ser.
Útero:
O útero é um órgão muscular oco de grande elasticidade, do tamanho e forma semelhante a uma pera. Sua principal função é acomodar o feto até o nascimento do bebê.Na gravidez ele se expande, acomodando o embrião que se desenvolve até o nascimento. A mucosa uterina é chamada de endométrio, que passa por um processo de descamação durante o período da menstruação.
Vagina:
A vagina é o órgão sexual feminino e atua como o canal que faz a comunicação do útero com o meio excretor. Ela possui aproximadamente 8 cm de comprimento e 2,5 cm de diâmetro.
Suas paredes são franjadas e com glândulas secretoras de muco. Suas funções estão relacionadas à passagem do sangue durante a menstruação, a penetração do pênis durante a relação sexual e o principal canal do parte, sendo este local por onde sai o bebê.
ref: https://www.todamateria.com.br/sistema-reprodutor-feminino/
Casos especiais de reprodução.
- Regeneração: processo assexuado em que certos indivíduos, ao serem seccionados, dão origem a outros. Ex.: planárias.
Autogamia (ou autofecundação): ocorrência de fecundação entre gameta masculino e femininode um único indivíduo, hermafrodita. Ex.: tênias.
Poliovulação: a fêmea libera mais de um óvulo, sendo estes fecundados em uma única gestação. Ex.: gêmeos bivitelinos.
Pedogênese: larvas fêmeas produzem óvulos, que se desenvolvem sem que ocorra a fecundação. Ex.: Schistosoma mansoni, o platelminto responsável pela esquistossomose ou barriga-d’água.
Casos especiais de reprodução: poliembrionia e partogênese.
A reprodução consiste no processo de formação de novos seres, semelhantes aos que os originaram. Esta pode ser assexuada, quando há apenas um genitor; ou sexuada, quando há a fusão de gametas oriundos do mesmo indivíduo (autofecundação) ou de indivíduos diferentes (fecundação cruzada). Neste caso, estamos falando em fecundação.
Considerando os padrões mais comuns de reprodução, existem espécies que desenvolveram variações nesta modalidade: são os casos especiais de reprodução.
PARTENOGÊNESE:
Desenvolvimento do embrião a partir de óvulo não-fecundado. Geralmente, os indivíduos são haploides (zangões e escorpiões-amarelos), mas podem ser diploides quando não ocorre meiose ou quando o corpo polar se junta ao ovo (ex: algumas espécies de pulgões e de borboletas, respectivamente).
Quando são desenvolvidos apenas indivíduos machos, chamamos de partenogênese arrenótoca; quando são apenas fêmeas, falamos em partenogênese telítoca; e quando são de ambos os sexos, anfítoca.
POLIEMBRIONIA:
ref: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/casos-especiais2.htm
sábado, 1 de abril de 2023
Seminário
https://youtu.be/d-QFNpFeCJw?si=hZOTTVATWKmPCP2B
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